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sexta-feira, 17 de agosto de 2012

cattleya walkeriana x cattleya nobilior




Cat. Nobilior 'amalie' semi album
Cat. Walkeriana rubra
Cat. walkeriana 
          X
Cattleya nobilior  




                                            

   Registro da Cattleya Walkeriana  “Gardner”


            No inicio do século dezenove, em 1917, o mineralogista e pesquisador austríaco, de nome Johan Baptiste Emanuele Pohl, (1782 e 1834), professor de botânica de Universidade de Praga, participou de expedição cientifica, em companhia a duquesa Leopoldina ao Brasil. Realizando pesquisas nos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais, e Goiás, coletou cerca de 4.000 espécies de plantas que foram enviada para Viena. Johan Baptiste, teria sido o primeiro a velar cattleya walkeriana  para a Europa.
         O medico George Gardner (1812 –1849) apaixonado por botânica, viveu grande parte de sua vida a catalogando plantas  ate então desconhecida pelo mundo cientifico, esteve no Brasil e coletou cerca de 60 mil espécies para o museu botânico da Inglaterra.
         Durante a permanência no Brasil, na província de Minas Gerais e Goiás, autor de vários trabalhos publicados, publicou o livro viagem pelo interior do Brasil, em 1839 coletou a cattleya walkeriana, e providenciou o seu registro em 1843, no London Journal of Botany, volume 2, paginas 662 e 663, onde Gardner atribuiu o mérito de haver encontrado a planta ao assistente Edward Walker, seu acompanhante dos últimos dois anos de viagem.
         Após Gardner, a espécie recebeu também diferentes denominações dadas por outros botânicos o qual prevaleceu o constante no registro e o seguinte: Cattleya walkeriana Gardner, Herb. Fl. Bras. N. 5200, Habitat – no tronco de uma arvore, que se proteja sobre um pequeno racho afluente do Rio São Francisco, depois do distrito Diamantino, Brasil.  



    CATTLEYA WALKERIANA x CATTLEYA NOBILIOR


            Conhecidas como difíceis de serem cultivadas, as orquídeas cattleya walkeriana e cattleya nobilior estão sendo cultivadas em pedaços de madeira para aproximar-se ao modo encontrado na natureza, facilitando assim o seu cultivo.
         Sabendo-se algumas peculiaridades, e possível obter resultado no cultivo, mesmo sem as características de seu ambiente tropical, tornando possível o cultivo domestico.
         Para se conseguir uma boa qualidade de planta e flor, será necessário um ambiente melhor do que na natureza, isto é, por muitas vezes a planta fica dias sem água e os devidos nutrientes que necessitam para um bom crescimento na região do seu habitat.
         No Brasil, existe a época de seca e de chuva bem definidos e também uma grande diferença de temperatura, podendo chegar ao clima de verão durante o dia e clima de inverno durante a noite.
         As orquídeas absorvem grande quantidade de umidade nas épocas de chuva e faz florescer em épocas de seca.
         Comparando com o Brasil, a temperatura do Japão no verão é muito quente, aconselha-se então deixar as estufas abertas para maior ventilação, mas não ventilar diretamente as plantas. Estas orquídeas gostam de muita luz que não deve ser diretamente.
         As estufas com temperaturas de 30 graus e incidências direta de luz através de telado de 50% ou com telado de 40% sobra à planta haverá ainda um acréscimo de temperatura de 5 – 10 graus.
         Observou-se que as plantas com temperaturas de 5 graus acima de temperatura ambiente são propícias para um bom crescimento. Mesmo sendo plantas que gostam de muita luz, a temperatura acima de 40 graus na planta por um longo período acaba danificando as folhas.
A rega é o ponto chave do cultivo. Definindo-se que a época de chuva seja de junho a setembro, devemos dar água neste período em abundancia.  O volume de água devera ser aumentado gradativamente a partir de junho e diminuindo em setembro. De outubro em diante a rega se torna idêntica a outras variedades de cattléya, mas não se esquecendo que o importante é o ajuste da rega com a intensidade do clima daquele ano.  Existe um ponto importante que é a diferença na rega de uma cattleya nobilior  e de uma cattleya walqueriana: as cattleyas nobilior gostam de regas tipo “chuveiro” e as cattleyas walkerianas regas do tipo “imersão”.
         As raízes da cattleya nobilior tem facilidade para apodrecer, quando comparadas com a  cattleya walkeriana, mas não se notando em mudas de vaso até tamanho 2, mas desta fase até o tamanho adulto não gosta que o composto fique úmido  por muito tempo, necessitando assim , que após a rega de “chuveiro” , a umidade seque rapidamente através de uma boa ventilação para que as raízes não venha a apodrecer. Para evitar o apodrecimento, recomenda-se o plantio em placas de madeiras o mais rápido possível.
Caso queira plantar em vaso, será necessário estudar o que utilizar e a maneira de se plantar.
         Plantas em placas apresentam raízes que se fixam nas mesmas e outras que são soltas. Será que existem raízes com funções definidas? Raízes para fixação e raízes para capitar nutrientes?
·        As cattleya walkerianas gostam que o composto esteja úmido, tendo as raízes mais fortes, não sendo necessário replantar em placas com tanta antecedência, podendo até ser cultivada em vasos de barro.
·   
  Plantas em placas devem ter regas  “chuveiro” em abundancia no centro das raízes. Quando apresentar flores, devemos tomar cuidado para não molha-las.
Se perguntarmos qual a melhor hora de rega, podemos dizer que o ideal é quando o sol começar a se pôr. Como essas duas variedades são vegetais do tipo CAM, apresentam durante a noite o seu desenvolvimento e os poros de respiração se abrem, necessitando umidade neste horário.
  De um modo geral, na seca não devemos dar água, mas, se necessário, regamos o mínimo possível. Se pensarmos em seu habitat, a diferença de temperatura do dia e da noite é grande, por isso, será que a umidade desses dias não é maior do que nos dias com pouca chuva? – E essa diferença de temperatura e umidade  decorrente acontece em toda a época de seca. Por isso, concluímos que podemos regar moderadamente mesmo sendo época de seca em seu habitat.
É importante que a regra do dia anterior esteja seca: a observação deve ser feita para controle da quantidade e modo de rega. Por outro lado, devemos consultar a previsão do tempo para verificarmos a condição do dia seguinte (sol – nublado – chuva)
O período do orvalho começa após o pôr-do-sol até o raiar do dia, pensando nisto, na época de chuva ou seca, o horário adequado para as regas é ao entardecer.
Durante o ano todo, podemos regar a noite, com isso possibilitamos àquelas pessoas que só tem esse horário para dedicar as orquídeas. O que é convenientes para as plantas também.
Plantas que foram colocadas em placas de madeiras nunca devem ser regadas logo após o plantio, pois as raízes ainda sensíveis podem apodrecer.
Vendo o habitat de cada planta, a cattleya nobilior é de região constantemente seca durante o dia, enquanto que a cattleya walkeriana cresce em região com bastante umidade.
O cultivo dessas plantas diferentes em uma única estufa torna-se muito difícil, mas tentado-se moderar estes ambientes, devemos criar um clima com umidade relativa de ar no mínimo de 70%.  Essa umidade satisfaz a ambas durante o dia. Durante o dia, concluímos que a umidade do ar deve girar em torno de 20 a 40%.   E suma, a planta necessita maior umidade durante a noite.
  No inverno, as noites esfriam, tornando necessário  elevar a temperatura e manter a umidade no mínimo em 70%. Com estes importantes fatores em funcionamento, as plantas enfraquecidas melhoram, apresentando bulbos vistosos.
               
 

 CLASSIFICAÇÃO DE COR  PARA O JULGAMENTO DE.

GRUPO III  - CATTLEYA UNIFOLIADA: (Walkeriana, Labiata, Warnerii,  Mossiae. Etc )
01  - alba
02 - semi - alba
03 - rosa
04 - roxa
05 - amarela
06 - concolor
07 - caerulea
08   - outra cor

         
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GRUPO IV   -   CATTLEYA BIFOLIADA: (Nobilior, Loddigesii. Intermédia, Etc)
01 - alba
02 - semi - alba
03 - magenta - Tipo, sem separação de clara ou escura
04 - rosa - Tipo "amaliae"
05 - caerulea
06 - flâmeas - aquinadas (splash)
07 - outra cor - único grupo